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Posts Tagged ‘pinturas rupestres’

Distante cerca de 18 quilômetros de Castelo do Piauí, a localidade Tucuns dos Miguel guarda indícios da presença indígena e vários vestígios da passagem do homem primitivo pela região através das inscrições rupestres (gravuras e pinturas) que enfeitam as paredes rochosas de algumas cavernas.

O Castelinho

Encravada em meio a uma vegetação fechada e típica dos sertões nordestinos, uma formação arenítica de mais ou menos 6 metros de altura se destaca no meio de várias árvores de pequeno e médio porte. O Castelinho, como é conhecida essa formação rochosa, possui arcos e pequenas torres que lembram os mais remotos castelos medievais.

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Castelinho dos Tucuns dos Miguel

 

Vestígios pré-históricos

Além da exuberante beleza o Castelinho possivelmente também serviu de abrigo e moradia para muitas populações indígenas e primitivas que habitaram a região de Castelo do Piauí e o utilizaram para se proteger das intempéries climáticas deixando gravadas em suas paredes muitos registros de arte rupestre.

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Painel com pinturas rupestres

Furna do Morcego

Próximo ao Castelinho está a Furna do Morcego, uma caverna onde a concentração desse mamífero que voa é muito grande. São centenas de morcegos voando a uma pequena altura que dificulta a permanência no interior da furna por muito tempo. Também há registros arqueológicos em suas paredes, mesmo em menor número, mas de rara beleza.

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Furna do Morcedo

 

As pinturas rupestres presentes nas formações rochosas da localidade Tucuns dos Miguel apresentam simples grafismos puros a perfeitos símbolos geométricos, dinamismo em algumas figuras zoomorfas e antropomorfas e estatismos em outras, após uma demorada observação.

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Pinturas zoomorfas (animais)

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Augusto Júnior Vasconcelos

Licenciado em Geografia

Vice Presidente Condatur

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No último domingo (21) a equipe da Unidade Escola Cônego Cardoso, aqui de Castelo, composta pelas professoras Osmarina, Lúcia Rodrigues, Dalva, Joelma Lima; pela secretária Francilene Soares; pela coordenadora Joelma Sousa e pela diretora Eva Almeida, levou os alunos da IV Etapa da Educação de Jovens e Adultos – EJA, bem como alunos da 7ª e 8ª série do Ensino Regular daquela escola, para conhecerem os sítios arqueológicos dos Picos dos André.

A visitação foi a realização de uma aula prática da disciplina Artes, e teve como principal mote, a abordagem da arte rupestre, constituída de pinturas e gravuras, que na localidade Picos dos André, existe em abundância de cores e formatos.

 

FOTOS:

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No ônibus em direção aos Picos dos André

conego_cardoso_picos9 Alunos acompanhados do condutor Carlos Henrique no Ninho do Urubu

 

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Observando as pinturas rupestres

 

conego_cardoso_picos11 Painel com pinturas de cores variadas

 

conego_cardoso_picos12Carlos Henrique e Profª Joelma em pausa para descanso  

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Equipe de docentes acompanhada do condutor Jordâno Bruno

conego_cardoso_picos5 Em direção à Pedra do Dinheiro

conego_cardoso_picos7 Foto oficial ao estilo aventura.

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Durante todo o dia de ontem (22), o arqueólogo e escritor Roberto Khatlab, paranaense de descendência libanesa, especialista em Arte Fenícia, visitou a localidade Picos dos André e Pedra do Castelo, com o objetivo de encontrar algum vestígio de civilizações fenícias em Castelo, bem como em outras cidades do Piauí.

 

arqueologo_libano_fenicios_castelo1Condutor Augusto Júnior, jornalista Marta Tajra, Tito e o arqueólogo Roberto Khatlab, durante visita ao Museu do Tito

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Observando as inscrições rupestres dos Picos dos André

 

Os fenícios estabeleceram-se nas margens orientais do Mediterrâneo, na fina e fértil faixa situada entre o mar e os montes Líbano e Antilíbano. A pequenez de seu território, a presença de vizinhos poderosos, e a existência de muita madeira de cedro (boa para a construção naval), nas florestas das montanhas, parecem ter sido fatores adicionais que orientaram a civilização fenícia para o mar.

Roberto Khatlab mora há 22 anos em Beirut, capital do Líbano, onde trabalha como arqueólogo e veio ao Brasil, mais precisamente para as cidades piauienses de Castelo, Pedro II e Buriti dos Lopes, além do Parque Nacional de Sete Cidades, em Piracuruca especificamente para estudar as possíveis influências fenícias, deixadas através de inscrições rupestres diversas.

Na década de 20 do séc. XX, o historiador austríaco Ludowig Schwennhagen esteve no Piauí para estudar essa intrigante civilização e defendeu que os fenícios usaram o Brasil como base durante pelo menos oitocentos anos, deixando aqui, além das provas materiais, uma importante influência lingüística entre os nativos.

Finalizando seu trabalho, Khatlab participará do Global Rock Art – Congresso Internacional de Arqueologia e Arte Rupestre, que será realizado de 29/06 a 03/07, na cidade de São Raimundo Nonato.

 

MAIS FOTOS:

arqueologo_libano_fenicios_castelo3khatlab e o condutor Augusto Júnior, nos Picos

 

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Condutor Carlos Henrique mostrando pinturas rupestres ao arqueólogo

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Em visita ao Museu do Tito

 

Com informações de

http://www.acasicos.com.br/html/fencios.htm

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